segunda-feira, 4 de julho de 2016

O REINO ANIMAL

REINO ANIMAL

O Reino Animal

O Reino Animal ou Animália ou Metazoa é composto por organismos:

·         Eucariontes: células com núcleo diferenciado, ou seja, envolvido por membrana.
·         Heterótrofos por ingestão: necessitam ingerir outros seres vivos, pois não produzem o próprio alimento;
·         Pluricelulares: corpo formado por muitas células;
·         Aeróbicos: respiram o oxigênio que tiram do ar ou da água, conforme o meio em que vivem;
·         A reprodução é sexuada, ou seja, envolve a união de gametas. Mas alguns invertebrados fazem de modo assexuado.
·         Aclorofilados, Não possuem celulose e clorofila;
·         Apresentam tecidos e órgãos, com exceções dos filos mais simples como os Poríferos;
·         Presença da blástula: esfera de células, oca, com líquido no interior. É a segunda fase de segmentação das células no desenvolvimento embrionário depois da formação do zigoto (mórula-blástula-gástrula-nêurula, com exceção dos poríferos ).
·         Presença de Celoma: é uma cavidade embrionária presente em todos os vertebrados, sendo que os platelmintos são pseudocelomados e os poríferos não possuem;
·         A maioria tem simetria bilateral: duas metades do corpo simétricas. Também pode acontecer a simetria radial (vários planos longitudinais a partir do centro do corpo, exemplo: equinodermos) ou ainda ausência de simetria (esponjas).
·         O reino é dividido em diversos filos, sendo os principais:
·        Filo Poríferos
·        Filo Cnidários
·        Filo Platelminto
·        Filo Nematódeos
·        Filo Molusco
·        Filo Anelídia
·        Filo Artrópodes
·        Filo Equinodermos
·        Filo Peixe
·        Filo anfíbia
·        Filo Reptália
·        Filo Aves
·        Filo Animália

sábado, 2 de julho de 2016

O Reino Vegetal




         Os vegetais também chamados de plantas pertencem ao REINO PLANTAE. Os organismos deste Reino são eucariontes, pluricelulares e autotróficos, ou seja, produzem o seu próprio alimento através de um processo químico chamado fotossíntese, que transforma energia luminosa em energia química, característica que distingue dos organismos do reino animal.  

         As plantas, juntamente com outros organismos fotossintetizantes, como algumas algas, são consideradas organismos produtores na cadeia alimentar, ocupando assim o primeiro nível trófico.

         O reino vegetal está dividido em quatro grandes grupos, sendo eles:

1.   Briófitas,
2.   Pteridófitas,
3.   Gimnospermas,
4.   Angiospermas.

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

ORGANOLOGIA VEGETAL A FLOR



A FLOR

A flor nada mais é do que sistema reprodutivo das plantas superiores. Uma flor completa geralmente é constituída por quatro conjuntos de folhas denominadas de verticilos. Estes verticilos podem ser florais de proteção ou reprodutivos.

Verticilos florais
1.   Cálice: conjunto de sépalas, geralmente verde.
2.   Corola: conjunto de pétalas, geralmente vistosas, para atração de agentes polinizadores;

Verticilos reprodutivos
3.   Androceu: conjunto de estames (órgão reprodutor masculino). Um estame é formado por três partes distintas. Antera, conectivo e filete.
A antera é responsável pela produção dos grãos de pólen, que dará origem ao tubo polínico e a celular geradora masculina. O conectivo liga a antera ao filete, e o filete liga à antera a base da flor.

4.   Gineceu: constituído pelos carpelos. ( órgão reprodutor feminino). Um carpelo é formado por três regiões distintas: Estigma, estilete e ovário.
O estigma é a abertura do carpelo responsável pela recepção dos grãos de pólen. O estilete liga o estigma ao ovário e este é responsável pela produção da oosfera ou óvulo, a célula reprodutora feminina.

Porém, para ser denominada como flor completa, ela ainda deve ser  constituída por:

 5.  Pedúnculo floral: local de união do ramo a flor;
6.  Receptáculo floral: área de sustentação do cálice e corola.

Flor em esquema



terça-feira, 2 de julho de 2013

HORMÔNIOS VEGETAIS


O desenvolvimento das plantas em suas diversas manifestações, crescimento, resposta a estímulos, floração etc. É regulada por hormônios vegetais, ou fitormônios.
Há cinco grupos principais de hormônios vegetais, responsáveis pelo controle da divisão celular, do crescimento celular e da diferenciação das células.
Esses grupos são:
Auxinas, giberelinas, citocininas, ácidos abscísico e etileno

I - AUXINAS
Foram às primeiras substâncias identificadas como fitormônios, a principal auxina natural é o ácido idolacético (AIA)


1. Funções:
Estimula o alongamento celular,
Atua nos movimentos fototropismo e geotropismo, 
Promove a dormência apical e o desenvolvimento dos frutos.

2. Local de produção:
Nos meristemas apicais do caule, 
Nos primórdios foliares, folhas jovens,
Fruto e sementes.

3.  Transporte
Pelos vasos floemáticos

II - GIBERELINAS


  
1. Funções
Promove a germinação da semente.
O desenvolvimento dos brotos, 
Estimula o alongamento do caule, das folhas, 
Promove a floração e o desenvolvimento dos frutos.

2. Local de produção
Meristema apical do caule,
Frutos e sementes

3. Transporte
Pelos vasos xilemáticos

III – CITOCININAS


1. Funções
Estimula as divisões celulares, 
O desenvolvimento das gemas,
Participa da diferenciação dos tecidos,
Retarda o envelhecimento dos  órgãos

2. Local de produção
No ápice da raiz

3. Transporte
Através dos vasos xilemáticos

IV- ÁCIDO ABSCÍSICO (ABA)




1.Função
Promove a dormência de gemas e da semente,
Induz o envelhecimento das folhas, flores e frutos,
Induz o fechamento dos estômatos.

2.Local de produção 
Folhas e sementes

3. Transporte
Através do floema das folhas e do xilema da raiz

V – ETILENO
Substancia gasosas ( C2H4)


1.Função
Estimula o amadurecimento dos frutos, atua na abscisão das folhas ( queda)

2. Local de produção
Em diversas partes das plantas

3.Transporte
Por difusão entre as células

Fontes de pesquisas
Amabes, Só biologia, Google.

MOVIMENTO DAS PLANTAS


Os movimentos vegetais ocorrem quando as plantas recebem um estímulo que pode ser de luz, água, gravidade, etc.

Os vegetais não são seres vivos imóveis, eles se movimentam em respostas  a estímulos externos. Essas respostas podem ser  chamadas  de:  tropismo, tactismo e nastismo.

TROPISMO  
Os tropismos são os movimentos com crescimento e podem ser:
Fototropismo se o estímulo for à luz;
Geotropismo se o estímulo for a terra;
Tigmotropismo se o estímulo for um objeto sólido;
Hidrotropismo se o estímulo for a água.

FOTOTROPISMO


Quando o vegetal cresce em direção à fonte de estímulo luminosa, chamamos de fototropismo positivo, mas quando o vegetal cresce em sentido contrário à fonte de estímulo luminosa, chamamos de fototropismo negativo.

GEOTROPISMO
O mesmo acontece com o geotropismo
Quando o vegetal cresce em direção ao solo chamamos de geotropismo positivo, quando cresce em direção contrária ao solo chamamos de geotropismo negativo.
Os tropismos podem ser representados em alguns vegetais pelo crescimento do caule e da raiz:



 O caule cresce em direção da fonte luminosa Fototropismo positivo, neste caso apresenta  geotropismo  negativo.
A raiz cresce em direção ao centro da terra, geotropismo positivo e fototropismo negativo.

TIGMOTROPISMO
O tigmotropismo ocorre quando uma planta entra em contato com um objeto sólido e começa a crescer em volta dele.



HIDROTROPISMO
O Hidrotropismo é o movimento orientado para a água



TACTISMO
Movimento realizado pelos vegetais, em direção ao estímulo  mas sem crescimento. O movimentos de deslocamento de células  que são orientados em relação à fonte de estímulo, podendo ser positivos ou negativos. 

NASTISMO



O nastismo também é um movimento realizado pelos vegetais em resposta a estímulos externos, mas difere do tropismo e tactismo por ser um movimento em que a direção do estímulo não
 influencia na direção do  movimento.



 No nastismo, o estímulo provoca a abertura ou fechamento de um órgão independente da direção do estímulo, sendo a sua intensidade mais importante. Podemos citar como exemplos a planta dormideira, que fecha seus folíolos a partir de um estímulo mecânico; e a flor da planta onze-horas, que abre suas flores no período mais quente do dia, quando a luz é mais intensa.

Fonte de pesquisa:
Amabes, Só Biologia  e Google

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A FORMAÇÃO DOS TECIDOS EMBRIONÁRIOS E A SEMENTE

A SEMENTE E FORMAÇÃO DOS TECIDOS EMBRIONÁRIOS

O conjunto de processos que levam um organismo multicelular a atingir o tamanho e a forma típica de sua espécie constitui o desenvolvimento.
Na maioria das plantas vasculares, o desenvolvimento origina um organismo constituído por três partes básicas: Raiz caule e folhas.
A organização básica do corpo de uma planta se estabelece ainda na semente.
Imediatamente após a fecundação, o zigoto passa a se dividir por mitoses sucessivas e cresce, alimentando-se das reservas nutritivas acumuladas nos tecidos e óvulos.
As células com essas características são denominadas de células meristemáticas.
As primeiras divisões celulares do desenvolvimento embrionário transformam o zigoto em um conjunto de células.


Essas células passam a se dividir transversalmente, formando em uma extremidade um suspensor e na outra extremidade o embrião da planta.
Neste bloco se diferenciam os meristemas apicais e os cotilédones.
À medida que ocorrem novas divisões,  as células mais velhas passam a se diferenciar nos primeiros tecidos que são:
Protoderme, meristema fundamental e procâmbio.

Protoderme – É a camada de células que reveste externamente o embrião e que dá origem a epiderme, o primeiro tecido de revestimento da planta.
Meristema fundamental – Tecido logo abaixo da protoderme que forma o cilindro central da planta.
Procâmbio – Tecido que dará origem aos tecidos de condução, xilema e floema.

A SEMENTE

A semente é o óvulo maduro fecundado e desenvolvido  e é formada de 3 partes:
  • O embrião
  • O endosperma (às vezes ausente)
  • A casca ( tegumento)
Funções
 PROTEÇÃO AO EMBRIÃO
Contra insetos, micro-organismos, dissecação, etc.

Dispersão

Depois que as sementes amadurecem, passam por um estado de dormência. Durante esse período, as sementes não germinam, mas são dispersas pela planta-mãe, ou outro tipo de agente,  aumentando assim  a possibilidade de algumas caírem em áreas adequadas ao seu crescimento.
A Dispersão das sementes ocorre de várias formas.
Em alguns casos, o fruto cai no chão e as sementes germinam próximas à planta-mãe. Em outros, as sementes são dispersas quando o fruto se rompe, depois de secar. O rompimento pode espalhar as sementes a metros de distância.
No entanto, a maior parte das sementes apresenta características que possibilitam seu transporte pelo vento por longas distâncias (dispersão anemocórica), pelos animais (zoocórica), pela água (hidrocórica) ou pelos seres humanos.
RESERVA
As reservas podem ser:
  • Amido (feijão)
  • Óleo (amendoim)
  • Proteína (soja)
  •  
CLASSIFICAÇÃO DAS SEMENTES
Os botânicos classificam as sementes em dois grupos principais: as sementes encerradas e as sementes nuas.
As Sementes Encerradas são produzidas pelas angiospermas. Os óvulos encontram-se dentro do ovário, uma estrutura que existe no interior da flor. À medida que a semente amadurece, o ovário expande-se e forma o fruto, que protege a semente em desenvolvimento.
Podem ser: Monocotilédones ou dicotilédones


As Sementes Nuas são produzidas pelas gimnospermas. Essas árvores e arbustos produzem óvulos na superfície superior das escamas que formam os cones.
GERMINAÇÃO DA SEMENTE

Após a diferenciação dos três primeiros meristemas, protoderme, meristema fundamental e protoderme. O ritmo do desenvolvimento do embrião diminui sensivelmente no interior da semente que acumula em seu interior o embrião e o alimento da semente, o endosperma.
Nas extremidades do embrião encontramos:
O primórdio da raiz
O primórdio do caule, o eixo epicólito-hipocólito.



A embebição é o primeiro passo para a germinação, com consequente aumento de volume interno e rompimento do tegumento, permitindo o crescimento do embrião para o meio exterior.
A raiz primária penetra na terra, por geotropismo positivo enquanto, no outro extremo, outro eixo se desenvolve, geralmente por geotropismo negativo originando o caule e as folhas.

FONTES DE PESQUISAS
AMABES E GOOGLE



sexta-feira, 28 de junho de 2013

NUTRIÇÃO ORGÂNICA DAS PLANTAS


NUTRIÇÃO ORGÂNICA DAS PLANTAS

As substâncias orgânicas que nutrem uma planta são produzidas por meio da fotossíntese em células denominadas de cloroplastos, localizadas principalmente nas folhas.



Nesse processo, as moléculas de água e do gás carbônico, participam das reações que dão origem as substancias orgânicas, tendo a luz com fonte de energia.
A substância produzida na fotossíntese é denominada de seiva floemática ou seiva orgânica.
O gás carbônico necessário a fotossíntese penetra nas folhas através dos estômatos.

ESTÔMATOS

Cada estômato é formado por duas células guardas rico em cloroplastos e circundado por células acessórias com bastante suprimento hídrico.
Entre as células guardas existe uma abertura denominada de ostíolo, que permite as trocas gasosas com o meio ambiente.


A abertura e o fechamento dos ostíolos dependem do suprimento hídrico na planta.
Muita água os ostíolos ficam abertos, pouca água os ostíolos se fecham.
Ao abrir o ostíolo os estômatos permitem a entrada de gás carbônico e a saída de água, isto é sua taxa de transpiração aumenta transpiração estomática.
Ao fechar o ostíolo, a planta perde água apenas pela cutícula, transpiração cuticular. 

FATORES QUE AFETAM A ABERTURA DOS ESTÔMATOS
  • Intensidade luminosa
  • Concentração de CO2
  • Suprimento de água

FATORES QUE AFETAM A FOTOSSÍNTESE
A fotossíntese é afetada por diversos fatores, entre os quais se destaca
  • Concentração de CO2
  • Temperatura
  • Luminosidade

RELAÇÃO ENTRE FOTOSSÍNTESE E RESPIRAÇÃO

A planta utiliza parte dos produtos da fotossíntese como fonte de energia para o funcionamento de suas células. Isso ocorre por meio da respiração celular, processo em que moléculas orgânicas e de gás oxigênio se combinam originado gás carbônico e água. A fotossíntese é um processo inverso, a planta transforma gás carbônico e água originando a seiva orgânica.
Veja as equações abaixo


Durante o dia a plante realiza a fotossíntese e respiração. Durante a noite a planta deixa de realizar a fotossíntese, mas não de respirar.

ANÉIS DE MALPIGHI

É a remoção de parte da casca, formando um anel no caule, interrompendo os elementos floemáticos e bloqueado o fluxo de seiva orgânica.



CONDUÇÃO DE SEIVA ORGÂNICA


A seiva orgânica é transportada pelos vasos floemáticos do local de sua produção para todas as partes da planta de acordo com a hipótese do fluxo de massa ou desequilíbrio osmótico. Os produtos são transportados do gradiente de maior concentração para o de menor concentração.